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FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
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  TAE HONG PARK | E.U.A.
Omoni (mãe, em coreano) é uma obra que toca em muitas facetas da maternidade. A obra foi em sua maior parte composta usando samples de falas de numerosas "entrevistas" feitos de respostas ao pedido de comentar sobre o tema da maternidade. Um dos objetivos primários era pegar depoimentos de um grupo de idades (de 3 a 92 anos) e históricos diversos para proporcionar um amplo espectro de respostas. A versão da obra em dois canais foi terminada no verão de 1999 no Estúdio de Música Eletroacústica de Dartmouth. A atual versão em oito canais foi completada em Princeton na primavera de 2001.
  DEREK HOLZER E SARA KOLSTER | Netherlands
Gravações de campo feitas no campo de guerra soviético abandonado na Karosta, Latvia.




  BLACK HOLE (Elke Utermöhlen, Martin Slawig) | Germany
Trans u.
Elke Utermoehlen: voz, objetos, eletrônica ao vivo
Martin Slawig: objetos, eletrônica ao vivo
Com a ajuda de materiais encontrados e da tecnologia interativa do computador empregada dentro de uma instalação especialmente construída, trans. u cria paisagens sonoras e vídeo-paisagens. Sons são produzidos por objetos naturais (água, areia, pedra...) mas também por plástico e metal de sucata.
Dois pratos de metal colocados no chão (velhas bandejas de cozinhar, 50 por 70 cm), ambas equipadas com um microfone de contato, são usados como base para areia, seixos, etc. Com as mãos ou os pés, os músicos movem os materiais sobre os pratos, criando sons que são captados pelos microfones de contato e alimentados para um computador a fim de serem distorcidos, condensados, ou formarem loops usando processamento de som ao vivo.
O computador é controlado através de sensores e controladores midi especialmente construídos para responderem à condutividade da pele (4 tubos de aço, 30 cm de cumprimento, suspensos do teto ou em estruturas especiais).
Ao adicionar o feedback, ruído de equipamento eletrônico, e canto, as performances criam imagens minimalistas, interroompendo grooves e beats pulsantes.
Uma câmera digital montada no palco proporciona macro-visões de objetos e ações. Estas visões são editadas usando um segundo Powerbook equipado com um sistema de edição de vídeo em tempo real (Image/ine, Steim) e projetado numa ela atrás das músicas. Imagens geradas durante a performance são mixadas com loops de vídeos previamente produzidos. Assim como os sons, todos os efeitos visuais são controlados pelas ações dos músicos.