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02.06.2002 RIO DE JANEIRO
Mal tive tempo para conversar sobre a viagem. Ainda bem que tomei nota de tudo,
pois outra viagem já estava em processo me aguardando. O FILE Festival
Interna-cional de Linguagem Eletrônica vem, há quatro anos, criando
ferramentas que impulsionem, estimulem e divulguem a produção de
arte tecnológica nacional. O impulso e o estímulo são dados
através do contato com as produções mundiais que o FILE traz
a cada ano. Desde 2000 são mais de 400 manifestações físicas
e on-line de 40 paises diferentes que constam nos arquivos do FILE. Durante o
evento, que se dá de forma expositiva, o festival tem paulatinamente vivido
a oportunidade de mostrar além das propostas on-line, alguns projetos de
instalações. Durante estes anos, a organização vem
aos poucos conquistando a credibilidade de algumas instituições
culturais. O MIS, Museu da Imagem e do Som, nosso primeiro hospedeiro, aceitou
o desafio de lançar o FILE.
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O Paço das Artes, que nos hospedou a partir da nossa terceira edição,
em 2002 e 2003, nos oferece apoios como: equipamentos, logística de montagem
e uma das nossas maiores aquisições, a primeira documentação
impressa, registrando os três eventos anteriores, pu-blicada pela Impressa
Oficial do Estado de São Paulo. O SESC Vila Mariana aceitou o desafio de
hospedar o nosso primeiro FILE Symposium. O instituto Sergio Motta, que deu ao
FILE um prêmio estímulo, na categoria iniciativa cultural. O British
Council e o Instituto Goethe viabilizam a vinda de artistas para que esses possam
apresentar seus trabalhos ao público brasileiro. Além de Fundações
e Universidades internacionais que patrocinam a vinda de artistas de outros países.
Este ano, em 2003, com o apoio do British Council, o FILE vai apresentar a obra
Stream de Simon Biggs. Stream é uma instalação
imersiva e interativa que também pode ser acessada on-line.
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