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Nele habitam novas tribos, novas comunidades,
novos viajantes, mas também novas estratégias que desestabilizam
o mundo da "arche". Não há mais um público que
deva ser atingido (público alvo), mas comunidades, coletivos e networks
que se tornam cada vez mais impermeáveis às campanhas de marketing
e às estratégias publicitárias. Do público passivo,
massa de manobra , pelo qual os mídias analógicos retiravam sua
energia, passamos, através da ciber-natureza para as comunidades intercomunicantes;
para os coletivos inteligentes; para as networks estratégicas, para as
máquinas anárquicas de guerra transformadoras(virulência cultural).
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